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| Cearense Chico Vieira (96); acreano Oton Moura (88) e o cearense Francisco Xavier (86) |
Eliz Tessinari
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Apaixonados por futebol
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Estudantes da Ufac apresentam projeto de recuperação da mata ciliar do Rio Acre
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| Rio Acre, Capixaba. |
Acadêmicos de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Acre (Ufac) apresentaram, hoje, aos vereadores de Capixaba, o projeto ‘Ciliar Só-Rio Acre’.
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| Estudantes de Engenharia Florestal e vereadores de Capixaba |
Em desenvolvimento desde o ano de 2008, o trabalho dos estudantes foi dividido em nove etapas: mapeamento por satélites; identificação de trechos críticos da mata ciliar para restauração anual; inventário florestal; cálculo da largura adequada da mata ciliar; definição das 20 espécies de maior importância; realização de estudo fenológico para produção de sementes das espécies nativas; programa de extensão florestal para restauração; aprovação de lei municipal da mata ciliar do Rio Acre; e execução do projeto de restauração florestal.
“Cada vez mais a gente vem enfrentando os problemas de enchentes e secas, e a ideia é melhorar a qualidade de vida das populações ribeirinhas e urbanas, por meio da recuperação das características ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio Acre. Seguimos várias etapas para conhecermos os pontos críticos de desmatamentos, e agora, por meio do inventário florestal, podemos identificar quais espécies deverão ser usadas para reflorestar as margens do Rio Acre, em cada município”, disse Alana Chocorosqui - acadêmica do 10º período de engenharia florestal e bolsista do projeto.
Com a intenção de propor uma lei municipal que assegure a revitalização da mata ciliar, o grupo de estudantes vai expor o trabalho aos oitos municípios banhados pelo Rio Acre, tais como: Rio Branco, Senador Guiomard, Capixaba, Porto Acre, Xapuri, Brasileia, Epitaciolândia e Assis Brasil. Respectivamente, os municípios visitados até agora foram: Porto Acre, Senador Guiomard e Capixaba.
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| Mapa - Trechos críticos de Capixaba (Fonte: http://ciliarsorioacre.blogspot.com) |
De acordo com o estudo, Capixaba tem a situação mais crítica, com a devastação de 557 hectares de vegetação ribeirinha, principalmente no Assentamento Alcobrás. Senador Guiomard é o que menos desmatou as margens do Rio Acre, com apenas 44 hectares de destruição natural.
Os vereadores presentes reagiram positivamente à iniciativa, e garantiram que vão apoiar as atividades de recuperação das vegetações. “Eu morei muito tempo às margens do Rio Acre aqui em Capixaba, e percebo que a população ribeirinha deveria cuidar melhor das nossas águas. Ao mesmo tempo em que se beneficiam do Rio, a comunidade o destrói também. Muitas vezes por achar isso normal, ou seja, por falta de conscientização ambiental. Então, diante desse resultado crítico de destruição das nossas matas, com certeza, o Poder Legislativo de Capixaba vai apoiar o projeto”, discursou o vereador Chico Gomes (PSB).
O Ciliar Só-Rio Acre é realizado em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Arnaldo de Melo Júnior é o engenheiro florestal responsável pelo projeto.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
José Augusto desiste de lutar pela presidência
Quer agora nova eleição da Mesa
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| José Augusto (PPS) e seu advogado Vicente Prado |
Orientado por advogados, o vice-presidente da Câmara, José augusto, desistiu de entrar com recursos requerendo a presidência junto ao Fórum de Capixaba. Por meio do Regimento Interno da Casa, eles chegaram ao consenso da necessidade de uma eleição suplementar para o preenchimento do cargo de presidente da Mesa Diretora, porém querem anular eleição que colocou Zeca Barros na direção dos trabalhos da Mesa.
Sob a alegação de que suplentes não podem assumir cargos na Mesa, José Augusto quer uma nova eleição na Câmara. “Mesmo com a renúncia do Joãozinho, o vereador Zeca não pode assumir a gestão da Casa. Ele não foi empossado como vereador titular”, disse.
O advogado do vice-presidente, Dr. Vicente Prado, defende que o suplente não tem a totalidade da competência do titular. “O suplente só tem o direito de voz na tribuna e voto no plenário. Ele não pode participar de nenhuma comissão permanente e nem ser membro da Mesa Diretora. O que se ver aqui é que se levou um suplente a presidente da Casa Legislativa. A lei administrativa diz que para ser administrador a pessoa tem de ter competência e, mesmo havendo renúncia do titular, juridicamente, isso não sana o problema, pois o suplente deve aguardar que o juiz eleitoral o convoque para ele seja empossado como vereador titular. Então, vamos defender uma nova eleição na Casa”, argumentou.
O advogado contextualiza também que a emenda aprovada na Casa, dando poderes ao suplente de assumir os trabalhos da Mesa, é inconstitucional. “Entendo que a emenda, no mundo jurídico, não tem valor, pois ela dá poder a quem não pode ter. O suplente em exercício estar em caráter precário. Assume hoje, mas o titular pode voltar a qualquer momento”, concluiu.
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| Zeca Barros (PP) |
Para resolver o impasse, foi feito um documento requerendo um posicionamento do Ministério Público do Acre. Se uma das partes não acolher as explicações do MP, o caso será levado para o Poder Judiciário.
José Augusto não aceita que Zeca dirija os trabalhos da Mesa
Vereador abandona reunião
Antes de o presidente Zeca Barros declarar aberta a sessão do dia 17 de agosto, o vice-presidente José Augusto tomou a liberdade de falar na tribuna que ia retirar-se da sessão porque entendia que o Zeca Barros estava atropelando o Regimento Interno da Casa, pois, enquanto o impasse não fosse resolvido, quem deveria assumir os trabalhos era o vice. A primeira secretária da Mesa, Anadir Oliare (PMDB) também saiu do plenário em apoio ao vice.
Ver posse do vereador Zeca: http://eliztessinari.blogspot.com/2011/08/impasse-no-plenario.html
No Grande Expediente*, Zeca afirmou que não entendeu o pronunciamento do vereador e disse que o Legislativo sempre foi transparente em suas ações. “Encaminhamos um documento ao MP para que recebêssemos um parecer. Esse Poder tem as suas decisões e tomou a decisão para que eu fosse o presidente. Fui eleito com seis votos e não posso me omitir da responsabilidade de gerir os trabalhos da Mesa. Enquanto não tiver uma lei, um posicionamento que diga que a resolução que altera o artigo 69 é inconstitucional. Não posso, simplesmente, deixar de ser o presidente do Poder Legislativo”, disse.
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| Rômulo Barros (PT) |
Rômulo Barros (PT) também não achou coerente a saída dos vereadores da reunião legislativa. “Tive que conter o meu instinto para eu não agir de forma mal-educada. Houve um esvaziamento não justificado da sessão e considero uma falta de respeito e despreparo subir na tribuna e acusar de forma leviana que o Regimento Interno está sendo descumprido. O ofício ao MP foi assinado pelo vereador Zeca Barros na condição de presidente e pelo próprio José Augusto, na condição de vice-presidente. Que essa Mesa tome as providências quanto à retirada desses vereadores”, discursou Rômulo.
O presidente acatou o pedido de Rômulo e disse que a saída deles da reunião não será justificada.
*Segunda parte da sessão ordinária, reservada a pronunciamentos de oradores previamente inscritos, cada qual com direito a discursar pelo tempo estipulado pelo Regimento Interno da Casa. Na Câmara de Capixaba, o tempo do Grande Expediente é de 10 minutos.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Joãozinho está feliz? - zzZZzzzz...
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| Secretário Joãozinho |
Zeca Barros (PP) até o dia 10 de julho era vereador suplente do Secretário de Agricultura e Meio Ambiente João Cordeiro, mais conhecido como Joãozinho.
O secretário afirmou que decidiu renunciar o mandato de vereador para que Zeca Barros pudesse assumir a presidência da Câmara Municipal de Capixaba, já que, segundo ele, o Regimento Interno permite apenas que vereadores titulares exerçam os trabalhos da Mesa Diretora.
Ressalte-se que há uma resolução na Casa, aprovada no dia 23 de novembro de 2010, que altera o artigo 69 (antes proibia a eleição de suplentes para cargos na Mesa Diretora). A nova resolução aprovada assegura: ‘o suplente de vereador convocado, após dois meses de legislatura, havendo eleição, poderá ser eleito para o cargo da Mesa Diretora.' Contudo, o grupo da situação queria uma garantia maior: a titularidade do mandato ao Zeca Barros. E assim foi feito.
“O partido veio me explicar a questão da eleição. E para que haja unidade na Frente Polular de Capixaba, decidi renunciar ao meu mandato de vereador. Estávamos dispersos e essa foi a melhor maneira de tentarmos manter a unidade em prol do nosso objetivo junto à comunidade de Capixaba, pois agora o PP vai assumir os trabalhos na Câmara e isso nos fortalece muito”, explicou Joãozinho.
“O partido veio me explicar a questão da eleição. E para que haja unidade na Frente Polular de Capixaba, decidi renunciar ao meu mandato de vereador. Estávamos dispersos e essa foi a melhor maneira de tentarmos manter a unidade em prol do nosso objetivo junto à comunidade de Capixaba, pois agora o PP vai assumir os trabalhos na Câmara e isso nos fortalece muito”, explicou Joãozinho.
Joãozinho está feliz? - zzZZzzzz... "É, tô, tô sim. Tudo em nome da unidade partidária."
Impasse no plenário
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| Zeca Barros (PP) é o novo presidente da Câmara de Capixaba |
Foi realizada no dia 10 de agosto uma nova eleição para escolha do presidente da Câmara Municipal de Capixaba. O documento pedindo a eleição foi feito pelos vereadores da base governista, Zeca Barros (PP) e Chico Gomes (PSB), sob a justificativa de vacância do cargo devido a extinção do mandato do presidente anterior, Armando D’aines (PSDB), falecido no dia 23 de julho. Zeca Barros foi eleito presidente com seis votos.
Com a morte de D’aines, os vereadores da Frente, embasados nos artigos 72, 73 e 76 do Regimento Interno da Casa, afirmam que ‘a nova eleição foi indispensável para o cumprimento das leis que regem o parlamento capixabense’.
Os artigos citados referem-se à formação da Mesa Diretora e suas modificações. O 72 diz que ‘somente haverá mudança na composição permanente da Mesa quando ocorrer a vacância dos cargos de presidente e/ou vice-presidente.’ O 73 estampa: ‘considerar-se-á vago qualquer cargo da Mesa Diretora quando: I - Extinguir-se mandato político do respectivo ocupante ou se este perder; II – Licenciar-se o membro da Mesa do mandato de vereador por prazo de 120 dias; III – Houver renúncia do cargo da Mesa Diretora pelo seu titular; e IV – For o vereador destituído da Mesa por decisão do plenário.’ E o artigo 76 fala que ‘para o preenchimento do cargo vago na Mesa Diretora, haverá eleição suplementar na primeira sessão ordinária seguinte àquela na qual se verificou a vaga’.
Vereador José Augusto contesta iniciativa
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| José Augusto (PPS) |
Em resposta, o vice-presidente José Augusto (PPS) que presidiava a Câmara enquanto Armando recebia cuidados médicos na cidade de Cuiabá, em Mato Grosso, rebateu afirmando que seus direitos estão sendo violados. Para tanto, anunciou que vai tentar anular a eleição no Fórum de Capixaba. Segundo ele, o Regimento é claro em seus artigos 80 e 90. “O assessor jurídico dessa Casa, Dr. Mário Paiva, já deu parecer ao meu favor, dizendo que os artigos 80 e 90 garantem que eu permaneça na presidência da Câmara. Mas, os vereadores da situação não querem entender isso. Vou impetrar Mandado de Segurança no Fórum e o juiz é quem vai dizer quem tem o direito de assumir os trabalhos da Mesa”, destacou José Augusto.
Contudo, o atual presidente da Casa, Zeca Barros, afirma que as disposições citadas apenas falam sobre as ausências e impedimentos de o presidente titular exercer os trabalhos da Mesa em determinadas situações. “O artigo 80 expõe que o vice substituirá o presidente nas ausências e impedimentos e o 90 complementa que compete ao vice substituir o presidente em suas faltas, ausências, impedimentos ou licença. Em momento algum fala que o vice tem de assumir quando há extinção de mandato”, concluiu.
Quem ocupou a vaga que era de Armando D’aines foi o suplente (129 votos) Sandoval Meneses (DEM).
domingo, 10 de julho de 2011
Postes e palmeiras em extinção
Dias atrás, Valquíria Silva de Souza (36) foi atropela por um veículo Kombi durante a travessia na faixa de pedestres na Avenida Governador Edmundo Pinto. E hoje mais um poste da avenida sumiu do mapa. A velocidade não permitida no perímetro urbano de Capixaba vem sendo praticada por motoristas de todas as regiões. Tanto que palmeiras e postes já sumiram do mapa por causa de condutores descontrolados. As autoridades do município ainda não tomaram providências porque ainda não foi registrada nenhuma morte. Sabe, no Brasil é assim... nossos representantes esperam acontecer o pior para depois resolver os problemas.
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| Bem-vindo à Capixaba! Mas, respeite o trânsito! |
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